• Glaucius Nascimento

Bump Coriônico

Atualizado: Fev 17

✔️O Bump coriônico é identificado como uma imagem ecogênica convexa e focal na ultrassonografia. Ele emerge da superfície da decídua coriônica no saco gestacional das gravidezes do primeiro trimestre [1]. . ✔️De 7 a 8 semanas de gestação, após a visualização do cordão umbilical, os bumps coriônicos podem ser visualizados na porção mais espessa do córion frondoso [2]. . ✔️Um relatório internacional descreveu uma prevalência estimada de 1,5 em 1.000 gestações, com um resultado indeterminado. Este estudo relatou uma taxa de recém-nascidos vivos em torno de 50% [1]. Ainda mais, eles descreveram que a taxa de aborto foi duas vezes maior do que a gravidez com tecnologias reprodutivas assistidas (TARV) e quatro vezes maior que a população em geral. . ✔️De acordo com Sana et al. [2], a maior taxa de aborto espontâneo de pacientes com bump coriônico é observada predominantemente durante o segundo trimestre da gravidez. . ✔️Do ponto de vista fisiopatológico, afirma-se que os bumps coriônicos podem ser hematomas placentários, com base nos achados ultrassonográficos durante o acompanhamento . *️⃣Nas últimas três semanas tive três casos, gostaria de mostrar um caso cuja paciente tinha laudo externo de abortamento incompleto mas resolvemos acompanhar e evidenciamos uma gestação saudável, hoje (3 semanas após o diagnóstico) não possui a imagem do Bump coriônico e o embrião vem se desenvolvendo muito bem. No vídeo (deslize ⏩⏩⏩) dá pra perceber o bump, o saco Gestacional e o pequeno embrião mostrando sua vitalidade !!! Muito legal! No pubmed 15 artigos publicados com o termo chorionic bump! Já tive uns 5 casos!!!

https://www.instagram.com/p/B2zBFh_gpNV/ . 💡Referências [1]. Harris RD, et al: Bump coriônico: um achado ultrassonográfico da gravidez no primeiro trimestre associado a um prognóstico protegido. J Ultra-sound Med 2006; 25: 757–763. [2] Sana Y, et al: Significado clínico dos bumps coriônicos do primeiro trimestre: um estudo de caso-controle correspondente. Ultrassom Obstet Gynecol 2013; 42: 585–589.

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